Mexia sem parar em uma bolsa em cima da cama. Onde estavam as benditas chaves?
Enquanto estava naquela procura incessante, sua mente divagava de encontro a Eduardo.
Onde estaria ele? Agora eram duas dúvidas, duas procuras...
A hora passava mais devagar ultimamente, desde que se apaixonara por ele. Só conseguia sentir a felicidade junto a ele. Era algo tão possessivo que começava a ouvir músicas melosas, com refrão ''You belong to me'', do tipo que nunca gostou.
Vestia uma saia jeans com uma meia calça preta. Tudo para impressioná-lo, nunca gostou de saia. Muito menos da combinação saia + meia.
Fazia movimentos mais delicados, suaves, desde que o conheceu. Mudara de personalidade, mudara os gostos, ideias, tudo para melhor.
Onde estavam as malditas chaves?
Mas não sabia se concordava que estava melhor. Concordar com si mesma, típico de Rebecca. Afinal, uma pessoa tão paradoxal como ela é que fazia esse tipo de constatação.
Lembrou-se de Laila elogiando sua pele semana passada. Leu em uma revista feminina que estar apaixonada fazia bem para a pele. Seria mesmo Eduardo responsável por todas aquelas transformações?
As coisas haviam mudado. Assim de repente. Ela não se sentia mais ela. Ele havia descoberto sua essência. Só podia ser isso. Ela não podia ter se transformado em outra pessoa. Isso não!
Era algo absurdo demais para se pensar!
Logo ela, que sempre teve medo do amor, mas então, lembrou-se que ninguém tem medo do amor, as pessoas têm medo é da falta dele, assim como ninguém tem medo de altura e sim de cair. E ninguém tem medo do escuro e sim, medo do que pode estar nele.
Finalmente achara as chaves, estavam debaixo da mesinha de centro.
Nunca foi do tipo desleixada, que deixava as coisas espalhadas pela casa. Notara que ultimamente estava desligada, atrapalhada, deixando de cumprir as tarefas nos horários devidos, e o apartamento nunca estivera tão bagunçado.
O culpado só podia ser Eduardo. Leu em outra revista feminina que as pessoas ficam muito desligadas quando estão apaixonadas e têm a tendência de esquecer muitas coisas.
Terminaria com ele no jantar. Quem ele era para bagunçar sua vida daquele jeito?
O amor deixa a gente oscilante mesmo...
Enquanto estava naquela procura incessante, sua mente divagava de encontro a Eduardo.
Onde estaria ele? Agora eram duas dúvidas, duas procuras...
A hora passava mais devagar ultimamente, desde que se apaixonara por ele. Só conseguia sentir a felicidade junto a ele. Era algo tão possessivo que começava a ouvir músicas melosas, com refrão ''You belong to me'', do tipo que nunca gostou.
Vestia uma saia jeans com uma meia calça preta. Tudo para impressioná-lo, nunca gostou de saia. Muito menos da combinação saia + meia.
Fazia movimentos mais delicados, suaves, desde que o conheceu. Mudara de personalidade, mudara os gostos, ideias, tudo para melhor.
Onde estavam as malditas chaves?
Mas não sabia se concordava que estava melhor. Concordar com si mesma, típico de Rebecca. Afinal, uma pessoa tão paradoxal como ela é que fazia esse tipo de constatação.
Lembrou-se de Laila elogiando sua pele semana passada. Leu em uma revista feminina que estar apaixonada fazia bem para a pele. Seria mesmo Eduardo responsável por todas aquelas transformações?
As coisas haviam mudado. Assim de repente. Ela não se sentia mais ela. Ele havia descoberto sua essência. Só podia ser isso. Ela não podia ter se transformado em outra pessoa. Isso não!
Era algo absurdo demais para se pensar!
Logo ela, que sempre teve medo do amor, mas então, lembrou-se que ninguém tem medo do amor, as pessoas têm medo é da falta dele, assim como ninguém tem medo de altura e sim de cair. E ninguém tem medo do escuro e sim, medo do que pode estar nele.
Finalmente achara as chaves, estavam debaixo da mesinha de centro.
Nunca foi do tipo desleixada, que deixava as coisas espalhadas pela casa. Notara que ultimamente estava desligada, atrapalhada, deixando de cumprir as tarefas nos horários devidos, e o apartamento nunca estivera tão bagunçado.
O culpado só podia ser Eduardo. Leu em outra revista feminina que as pessoas ficam muito desligadas quando estão apaixonadas e têm a tendência de esquecer muitas coisas.
Terminaria com ele no jantar. Quem ele era para bagunçar sua vida daquele jeito?
O amor deixa a gente oscilante mesmo...
Lindo. Me identifiquei com ele kkkk, mas qual a mulher que não se identificaria hein? Difíci. Realmente o amor deixa a gente oscilante. Muito bom menininha!
ResponderExcluirPois é, que mulher nãoo fica boba, desligada quando está apaixonada?!..eu mesmo sou até suspeita' para dizer algo..:P Enfim, mas Ciih, está de parabéns no geral!!
ResponderExcluirbem como vc sabe sou uma pessoa mt sincera bem eu gostei mt do texto, adorei essa história e o humor por tras dele! realmente as mulheres são incompreensiveis!
ResponderExcluir